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A história da Nicarágua começa a escrever-se em 1492, quando Cristovao Colombo descubriu o novo continente, América, pelo que antes, nos seus domínios, viviam indigenas cuja cultura tem perdurado e subsistido com o passar dos anos, com o passar dos séculos. Antes, a Nicarágua da era precolombiana também teve a sua importância, mas é sobretudo a partir do Século XV que o país começar a crescer e a formar-se. Francisco Fernández de Córdoba, descubridor espanhol, foi o encarregador de fundar as cidades de Léon e de Granada no ano de 1525, fundando-as nas terras que hoje em dia conhecemos como sendo a Nicarágua. Até 1821 o seu controlo estava sob o domínio da coroa espanhola, mas em 1821 esta situaçao mudou com a independência da América Central, em geral. A República de Nicarágua assenta-se definitivamente no século XIX, quando, nos primeiros anos de independência, a Nicarágua converteu-se num prósperto país com uma riqueza pouco comum, sendo que um grande número de situaçoes ocorreram neste país, enquanto a América Central lutava pela unificaçao. Nicarágua converteu-se entao num país rico e estável, a democracia instalou-se e uma grande corrente de emigrantes europeus instalou-se nas suas terras. Contudo a instauraçao do poder estabelecido por meio das armas foi semeando conflitos que a pouco e pouco iam florescendo.
Nos princípios do século XX o país começou a cambalear, politicamente falando, os Estados Unidos começaram a sua política intervencionista nos outros países, e a Nicarágua começa mal a sua relaçao com países como a Colômbia por disputas de territórios de ultramarinos, pequenas ilhas...
Nesta época devemos destacar vários nomes, como o de Augusto César Sandino, um político que estava contra o intervencionismo norteamericano, um revolucionário que foi condenado à morte e assassinado pela Guarda Nacional quando assinava a paz com o presidente Juan Bautista Sacasa. Foi executado em 1934 pelas maos negras de Somoza por um lado, e pelo Governo dos Estados Unidos, por outro.
Durante várias décadas a família Somoza tomou as rédeas do país, uma família que contava com o apoio abonatório do Governos dos Estados Unidos da América. Em 1979 a família Somoza passou a governo esquerdista do FSLN (Frente Sandinista de Liberación Nacional) que estava apoiada por Cuba e pela URSS, o que provocou supostamente uma mudança radical na política do país e um incremento da tensao que teve como consequencia uma guerra civil que provocou um êxodo de locais que fugiram da Guerra e dos bandos. Infelizmente, todas estas perturbaçoes afectaram o país economicamente e gravemente até hoje em dia.
Depois Violeta Chamorro, a paz, o desaparecimento dos norte-americanos deste território, etc, proporcionaram uma importante recuperaçao, que só está a ser atrasada pelos desastres naturais que aqui ocorreram nos últimos 50 anos. |